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Arquivo de: Janeiro 2008

28.01.08

Frases de parachoques de caminhão

1.Beijo é igual ferro elétrico: liga em cima e esquenta embaixo.
2.Não mando minha sogra pro inferno porque tenho dó do diabo.
3.A velocidade que emociona é a mesma que mata.
4.Um falso amigo é um inimigo secreto.
5.Quem ama a rosa suporta os espinhos.
6.Se casamento fosse bom não precisaria de testemunhas.
7.Preguiça é o habito de descansar antes de estar cansado.
8.Direito tem quem direito anda.
9.Mulher é como índio: pinta-se quando quer "briga".
10.Por que ficar de braços cruzados se o maior homem morreu de braços abertos??
11.Para que um olho não invejasse o outro, Deus colocou o nariz no meio!!
12.O amor é livre; o sexo é pago.
13.70 me passar, passe 100 atrapalhar.
14.Quando homem valer dinheiro, baixinho serve de troco.
15.Sogro rico e porco gordo só dão lucro quando morrem.
16.Não sou detetive mas só ando na pista.
17.Cada ovo comido é um pinto perdido.
18.Cana na fazenda dá pinga; pinga na cidade dá cana.
19.Pobre é como cachimbo: só leva fumo!!
20.Mulher é como remédio: agita-se antes de usar.
21.Casei-me com Maria, mas viajo com Mercedez.
22.Se não fosse o otimista, o pessimista nunca saberia como é infeliz.
23.A calunia é como carvão: quando não queima, suja.
24.A mata é virgem porque o vento é fresco.
25.Em casa que mulher manda até o galo canta fino.
26.Em poço que tem piranha macaco bebe água de canudinho.
27.Mulher é como laranja: a gente descasca e chupa.
28.Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.
29.Se a mulher foi feita de uma costela, imagine se fosse feita do filé?!
30.Meu computador não conversa, computa.
31.Mulher é como relógio: deu o primeiro defeito, nunca mais anda direito!
32.Se pinga fosse fortificante o brasileiro seria um gigante.
33.Mulher é como abelha: ou dá mel ou ferroada.
34.Quem inventou o trabalho não tinha o que fazer!
35.Pobre só fica de barriga cheia quando morre afogado.
36.A cal é virgem porque o pincel é brocha.
37.Não sou orquestra, mas vivo no conserto.
38.Mais valem as lagrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado.
39.Mulher deixa o rico sem dinheiro e o pobre sem vergonha.
40.Mulher feia e morcego só saem `a noite.
41.Beijo de mulher casada tem gosto de chumbo.
42.O bom não é ser importante: o importante é ser bom!!
43.Duas coisas matam de repente: vento pelas costas e a sogra pela frente.
44.Aqui jaz a minha sogra: descanso em paz!
45.Sou grande porque respeito os pequenos.
46.Mulher é como lona de freio: só é boa encostada.
47.Mulher e arvore só dão galho.
48.Aqui jaz a minha sogra que viveu enchendo o saco, não tendo mais o que encher, veio encher esse buraco.
49.Malandro é o sapo que casa e leva a mulher prá morar no brejo.
50.Pra quem sabe ler, um pingo é letra...!
51.Motorista é igual bezerro: só dorme apertado.
52.O sol nasce para todos; a sombra para quem merece.
53.Mulher é como retrato, só se revela no escuro.
54.O cigarro adverte: o governo é prejudicial `a saúde.
55.Mulher é como toalha; quanto mais enxuta, melhor.
56.Não vou bem como quero nem mal como pensam.
57.Alegria de poste é estar no mato sem cachorro.
58.Rico tem veia poética; pobre tem varizes.
59.Dinheiro de pobre parece sabão; quando pega, escorrega da mão.
60.Chifre é igual dentadura: demora mas acostuma.
61.Mulher é como lata de sardinha: se abrir, leva.
62.Um Dodge gemendo, uma prestação vencendo.
63.Pobre é igual disco de embreagem: quanto mais trabalha, mais liso fica.
64.Mulher é igual alça de caixão: quando um larga vem outro e põe a mão.
65.Campo de concentração é o melhor regime: não ha ninguém gordinho.
66.Quem madruga muito fica com sono o dia inteiro.
67.Nosso amor virou cinzas porque nosso passado foi fogo.
68.Três eixos envenenados e um machão invocado.
69.Navio imita tubarão; avião imita gavião; só meu caminhão não tem imitação.
70.Não sou noticia ruim mas ando muito e depressa.
71.Você prefere duas mulheres ou uma mulher e 1/4?
72.Seja dono de sua boca para não ser escravo de suas palavras!
73.Homem é como basculante: quando velho, não levanta mais.
74.Mulher bonita e dinheiro só vejo na mão dos outros.
75.Mulher é como pizza: só é boa fora de casa!
76.Do Amazonas ao Chuí, só paro para fazer xixi.
77.60 num bar, 70 sair 100 pagar, aí mando a policia 20 buscar.
78.Bata na sua mulher; você não sabe porque está batendo mas ela saberá porque e está apanhando.
79.A terra é virgem porque a minhoca é mole.
80.Dizem que dinheiro é coisa do diabo; mas quiser ver o diabo, ande sem dinheiro.
81.Deus cura, o medico manda a conta.
82.Quem anda apressado passa por cima do que precisa.
83.Pobre é que nem lombriga: quando sai da merda morre.
84.Coceira na mão de pobre é sarna, na mão de rico é dinheiro.
85.Em casa minha mulher é o governo; minha sogra, o ministro da defesa e eu o ministro da despesa.
86.Duas coisas gostosas: uma embreagem macia e uma mulher carinhosa!
87.Depois que colocaram álcool na gasolina...hic... carro anda soluçando.
88.Sou pobre e feliz: uma das duas é mentira.
89.Costurar é para modista; permaneça na sua faixa.
90.Eduque as crianças e não será preciso punir os homens.
91.Precisa-se de domestica que entenda de caminhão.
92.Mulher é como horóscopo: nunca dá certo, mas sempre se dá uma olhadinha.
93.Mulher de estrada e freio de mão... só na emergência.
94.Sou um eu a procura de um tu para sermos nos.
95.Malandra é a pulga que só espera comida na cama!
96.O amor é como a guerra: depois de declarado, não há mais paz.
97.Marido de mulher feia só acorda assustado.
98.Ser canhoto é fácil; difícil é ser direito.
99.Quando teu indicador aponta para teu irmão há sempre três dedos apontados para ti.
100.Tentei enganar o diabo, ele nem percebeu; fui enganar a mulher, o engana do fui eu!
101.- Na estrada da vida passado é contramão.
102.Pobre só come carne quando morde a língua.
103.Sempre há um pouco de perfume nas mãos que dá a rosa...que mexe na merda também.
104.Nas curvas da vida, entre devagar...
105.A vida não é um dom... é um empréstimo.
106.Eu sou U 1000 D.
107.Prefiro ser um pai quadrado do que ver minha filha redonda.
108.Ladrão em casa de pobre só leva susto.
109.A felicidade não é um destino onde chegamos, mas sim, uma maneira de viajar.
110.Pobre, quando morre, deixa o anjo da guarda desempregado.
111.O café deve ser: negro como o demônio, quente como o inferno, puro como um anjo e doce como o amor...
112.Cada escola que se abre é uma cadeia que se fecha.
113.Estepe e mulher é sempre bom ter de reserva.
114.A primeira ilusão do homem começa na chupeta.
115.Escreveu, não leu? Então é burro.
116.Imbecil não tem tédio.
117.O pessimista considera o sol um fazedor de sombras.
118.Casei-me com a cunhada para economizar sogra.
119.O prazer dá o que a sabedoria promete.
120.Carro a álcool... você ainda vai tentar vender um.
121.Farol alto na cara é como mulher gritando no ouvido.

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JOGO HISTÓRICO

No fim, Ceará arranca empate
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Clássico-Rei foi marcado pela nostalgia dos uniformes dos dois times. O Ceará usou o lilás do Rio Branco, enquanto o Fortaleza vestiu o vermelho e branco do Stella (Foto: Kiko Silva)




Sérgio Manoel, do ´Rio Branco´, tenta o domínio de bola, mas sofre a forte marcação do lateral-direito Michel, do ´Stella´, durante a partida de ontem, no Castelão (Foto: Kiko Silva)


O árbitro Almeida Filho demorou a mostrar cartões amarelos (Foto: Kid Júnior)
No inédito confronto entre Stella e Rio Branco, ontem no Estádio Castelão, o empate de 1 a 1, entre Fortaleza e Ceará, acabou não maculando os uniformes dos dois clubes, que deram origem a tricolores e alvinegros no início do século passado. No entanto, para a equipe de Porangabuçu o resultado foi de vitória, já que o time estava com um jogador a menos e o gol do artilheiro Vavá foi assinalado a seis minutos do fim do jogo. “Conseguimos o resultado na base da superação, da ousadia e da garra. Todo o grupo está de parabéns”, declarou o técnico do Vozão Heriberto da Cunha.

Pelo lado do Leão, a frustração era inevitável. “Pelo que jogamos o placar teria de ser 5 a 1, mas futebol é bola na rede e não soubemos aproveitar as oportunidades”, analisou o treinador Silas Pereira.

Com Mazinho Lima, de lateral-esquerdo, Arlindo Maracanã, na direita, e Juranilson permanecendo no ataque, o Ceará não atuou bem. Já o Fortaleza dominou todo o jogo e desperdiçou várias chances para ter matado o rival. Mesmo assim, o duelo só veio mesmo a ficar interessante, após o gol tricolor.

Aos 23, o zagueiro Juninho roubou a bola de Juranilson e lançou para Tailson, que entrou na área e cruzou para Paulo Isidoro. O Camisa 10 matou no peito e bateu no canto, marcando um golaço. “Foi um lindo gol, mas ainda faltam 45 minutos”, disse Isidoro no intervalo, parecendo prever o pior.

Antes de acabar o primeiro tempo, Rômulo ainda carimbou a trave de Rodrigues perdendo a chance de ampliar.

Etapa final

No segundo tempo, o panorama não mudou, o tricolor impunha o mesmo ritmo, enquanto o alvinegro apostava na bola parada ou nos chutes de longa distância. Em um deles Arlindo, aos 19min, quase empatou a bola passou rente à trave de Tiago Cardoso. Com o volante Cleisson expulso, aos 29, o Fortaleza arrefeceu e não soube aproveitar o homem a mais. Com isso, Heriberto colocou o time para o ataque e a recompensa veio aos 39 minutos.

Mazinho Lima cruzou, Vavá cabeceou no ângulo, indefensável, empatando o clássico e marcando seu 7º gol no certame. E a virada só não veio, porque Tiago Cardoso salvou com o pés, aos 44, um chute de Vavá dentro da pequena área.

VESTIÁRIOS - Vavá mostra que tem estrela e vira herói do time Alvinegro

Depois de um 2007 repleto de confusões judiciais e problemas de contusão, o atacante Vavá parece mesmo ter reencontrado seu faro de goleador. Ontem, em seu primeiro Clássico-Rei, passou quase 85 minutos despercebido e sem realizar uma jogada de perigo, mas a estrela do camisa 9 do Vozão brilhou novamente. “Eu havia treinado esse lance com o Joélton(preparador físico), no sábado. Graças a Deus fui feliz e conseguimos conquistar esse empate que tem sabor de vitória”, declarou o artilheiro do Estadual, agora, com sete gols.

O atacante, que agradeceu ao grupo pela boa fase, disse que vai seguir se dedicando nos treinos. “Eu estou trabalhando duro todos os dias para ganhar esse título para o Ceará. Ainda não conquistei meu espaço no futebol”, concluiu.

Rival

Já o atacante do Fortaleza, Rômulo, que tem cinco gols no Certame, lamentou a bola na trave na etapa inicial e reclamou da postura do time no segundo tempo. “Com um homem a mais, não podia ter ficado isolado sozinho no ataque. Infelizmente, mais uma vez, no final do jogo levamos um gol por falta de atenção”, avaliou o camisa 11 do Leão.

SEM COMPLICAR - Almeida Filho faz boa arbitragem

Fazendo-se um balanço da atuação do trio de árbitros do clássico Fortaleza 1x1 Ceará, pode-se afirmar que o trabalho foi bom.

O árbitro Almeida Filho conduziu com eficiência os lances, mostrou-se presente na maior parte das jogadas e acenou com convicção em jogadas polêmicas. Quando interpelado pelos jogadores “experientes e que falam muito para pressionar”, agiu com firmeza, sem dar espaço para que as reclamações aumentassem. O próprio Almeida Filho disse que merecia uma nota 8 pela atuação.

Como estratégia de condução do espetáculo, Almeida Filho adotou a economia dos cartões amarelos, segurando-os ao máximo. Ele poderia ter apresentado o cartão ao volante do Ceará, Tiago Almeida, que deu um carrinho por trás e não recebeu advertência, aos 8min do 1ºtempo. Houve um lance curioso em que o volante Erandir levantou demais a perna e sua chuteira atingiu, de raspão, a cabeça de Vavá, mas o árbitro interpretou como casual, aos 11min. Um pequeno equívoco de Almeida ocorreu aos 19min. Erandir fez falta em Sérgio Manoel e foi dado toque de mão do meia do Ceará.

Almeida Filho só foi mostrar o primeiro cartão amarelo, aos 32min, a Cleisson, do Ceará. Este terminaria expulso aos 29min do 2ºtempo.

Árbitro não hesitou em não marcar pênalti aos 5min do segundo tempo, quando Sérgio Manoel cruzou para a área e a bola raspou na mão de Rogério, sem que houvesse intenção.

VOZ DA GALERA: O que você achou do resultado do clássico?

Mário Rubens da Silva, 26 ANOS, Radialista: O começo do jogo não foi legal para o Ceará, mas no segundo tempo, a torcida teve papel fundamental na reação.
Raquel Lopes Correia, 23 ANOS, Assis. social: Eu achei que o Fortaleza jogou melhor e poderia ter saído de campo com um placar elástico, mas abateu-se no fim.
Francisco Itamar Miranda, 28 ANOS, Oper. de xerox: O resultado foi justo porque o Fortaleza teve chance de ganhar, mas não ganhou. No ataque, o Vavá foi o destaque.
Ademar Guimarães Maia, 57 ANOS, Empresário: O Fortaleza jogou melhor no primeiro tempo e não aproveitou. O placar acabou sendo justo pelo segundo tempo.
Resumo

Fortaleza 1
Tiago Cardoso; Michel, Juninho, Preto e Márcio Azevedo; Erandir, Rogério, Paulo Isidoro (Leandro) e Rogerinho (Lúcio); Tailson (Ígor) e Rômulo. Técnico: Silas Pereira.

Ceará 1
Rodrigues; Arlindo Maracanã, Bruno Lourenço, Leandro Camilo (Flavinho) e Mazinho Lima; Cleisson, Thiago Almeida (Daniel), Chicão e Sérgio Manoel; Vavá e Juranilson (Luiz Carlos). Técnico: Heriberto da Cunha.

Competição - Campeonato Cearense. Estádio - Castelão, em Fortaleza (CE). Data - 27 de janeiro de 2008.

Árbitro - Almeida Filho. Assistentes- Márcio Torres e João Lucas.

Renda - R$ 377.737,50. Público - 30.038 pagantes. Gols - Paulo Isidoro, aos 23 minutos do 1º tempo e Vavá, aos 39 minutos do 2º tempo.

Cartões amarelos - Preto, Paulo Isidoro, Michel; Cleisson e Bruno Lourenço. Cartão vermelho - Cleisson.

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03.01.08

CEARÁ SPORTING CLUBE

Em pé: Ari Catunda, Afosinho, Pirulito, Poeta, Nilo e Lira; Agachados: Mundico, Liminha, Pintado, Viana, Farnum e Dandão.
Campeão Estadual 1915CARLOS DE ALENCAR PINTO VOZÃO

Em pé: Vinicius, Vanderlei, Preto, Adilson e Léo; Agachados: Leânderson, Luis Fernanndo, Jorge Henrique, não identificado, Reinaldo Aleluia e Arlindo Maracanã. Ceará 1 x 0 Fortaleza (gol de Vinicius)

Ceará 1 x 1 Fortaleza (gol de Mota) Ceará: Magrão, Arlindo Maracanã, Lica (Alan), Sidney e Fabio Vidal; Marcelo, França (Toni), Wendell e Iarley; Mota e Cléber (Jajá). TC: Dimas Filgueiras
Tetra-Campeão Estadual de 1996/97/98/99

Em pé: Jefferson, Alexandre Dorta, João Marcelo, Airton e Adãozinho; Agachados: Sandro Sotily, Junior Amorim, Gilmar, Jaime e Paulo Cesar. Ceará 0 x 0 Juazeiro (Castelão)
Bi-Campeão Estadual de 1996/1997

Ceará 3 x 2 Fortaleza Ceará: Marcos, Jaime, Airton, Mário Cesar e Reginaldo; Fernando Cesar, Gilberto Gaúcho (Adenilton), Bechara e Dema; Marcio Alan (Batistinha)(Nildo) e Stênio. TC: Marcelo Vilar
Campeão Estadual de 1996

Campeão Estadual de 1993

Campeão Estadual de 1989

Em pé: Roberval, Mário, Belterra, Oliveira, Cláudio e Paulo César; Agachados: Márcio, Hélio "Carrasco", Carlos Alberto Borges, Gérson Sodré e Marquinhos "Capivara".
Campeão Estadual de 1986

Em pé: Serginho, Salvino, Argeu, Oliveira, Lula Pereira e Milton Lima; Agachados Hamilton Rocha, Rubens Feijão, Lira, Petróleo e Gérson Sodré.
Campeão Estadual de 1984

Em pé: Alexandre, Rafael, Lula Pereira, Djalma, Caçapava e Bezerra;Agachados: Katinha, Lira, Anselmo, Assis Paraíba e Josué.
Campeão Estadual de 1980

Em pé: Caiçara (Técnico), Luis Antônio, João Carlos, Nicássio, Bezerra, Lula Pereira, Pedro Basilio e Aristeu Holanda; Agachados: Ivanir, Zé Eduardo, Sidnei, Jorge Luis e Gilson.

Tetra-Campeão Estadual 1975/76/77/78

 Em pé: Tércio, Sérgio Gomes, Pedro Basílio, Hamilton, Lineu e Dodô; Agachados: Jorge Luis, serginho, Ferreti, Edmar e Da Costa.
Bi-Campeão Estadual 1975/76


Em pé: Julio, Sérgio Gomes, Artur, darci, Edmar e Dodô; Agachados: Jangada, Amilton Melo, Ivanir, danilo e Tiquinho.
Tri-Campeão Estadual 1975/76/77

Em pé: Sérgio Gomes, Pedro Basílio, Lineu, Tércio, Zé Eduardo, Tavares, Não identificado e não identificado; Agachados: Jorge Luis, Geraldo Gadelha, não identificado, não identificado, Marciano, Edmar e Da Costa.
Campeão Estadual 1975

Em pé: Jurandir (massagista), Sérgio Gomes, Geraldo Gadelha, Vânder, Zé Eduardo, Dimas, da Costa, Marcelo Resende, Lineu, Roberto, Valdecir, Antônio Carlos, Ivanildo, Mano e Caiçara (Técnico); Agachados: Porunga, Edmar, Clóvis, Chinês, Paulinho, Serginho, Manoel, Marcelo Gadelha, Geraldo, Moisés e Luis.
Campeão Estadual 1972

Em pé: Mauro Calixto, Tavares, Hélio, Odélio, Joãozinho e Dimas; Agachados: Nado, Chicletes, Jorge Costa, Edmar e da Costa.
Tri-Campeão Estadual 1961/62/63

Em pé: Augusto, Américo Brumer (técnico), Aloísio Linhares, William, Alexandre, Mauro Calixto, Zé Gerardo, Benício, Português e Jurandir; Agachados: Zezé, Jacaré, Marco Aurélio, Carlito, Charuto, Gildo, Lucena, Ivan Carioca, Valdir e Dedé.
Campeão Estadual 1961

Em pé: William, George, Alexandre, Zezinho, Herminio e Carneiro; Agachados: Carlito, Ivan Carioca, Gildo, Ernani e Expedito.
Bi-Campeão Estadual 1957/58

Em pé: Claudio, Benicio, Carneiro, Alexandre, William e Ivan Roriz; Agachados: Neném, Bira, Zezinho Ibiapina, Ananias e Guilherme.
Campeão Estadual 1957

Em pé: Dico, Damasceno, Carneiro, Alexandre, Ivan Roriz e Pelado; Agachados: Honorato, Guilherme, Neném, Bira e Renê.
Bi-Campeão Estadual 1941/42

Em pé: Vinte e Oito, Camilo, Babá, Rui, Mondola, Zuza, Torres e Vitório; Agachados: Balinha, Idalino, França, Hermenegildo e Mitotônio.
Campeão Estadual 1939

Campeão Estadual 1932     

Fonte;http://paulocesarfutebolclube.blogspot.com/

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MINHA PAIXÃO TOTAL

CEARÁ SPORTING CLUB - PAIXÃO TOTAL
A ÉPOCA DA CHEGADA DO FUTEBOL AO ESTADO.
Era um momento conturbado na Civilizada Europa no princípio do século XX. Potências imperialistas buscavam a hegemonia econômica e política, resultando no início da barbárie I Guerra Mundial que duraria um período de 4 anos (1914-1918). O Brasil era governado por corruptas oligarquias agrárias do café. No estado do Ceará em 1912 O governador Nogueira Accioly era deposto do cargo através de uma revolta popular. Em 1914, coronéis e fiéis seguidores do caririense Padre Cícero forçaram a renúncia do então governador do estado, Franco Rabelo.

A época era marcada pela ida dos filhos das classes dominantes brasileiras e cearenses a Europa, em busca da referência cultural do estudo, da música, da pintura, das idéias e dos costumes, obviamente do velho mundo eles traziam os mais refinados hábitos e práticas. Foi assim que através dos pés destes abastados jovens que chegou ao Brasil, o Foot-Ball Association, o qual foi nascido e criado na Inglaterra por volta da segunda metade do século XIX.

O estudante das destacadas escolas inglesas, Charles Miller em seu retorno ao Brasil da Inglaterra trouxe em sua bagagem em 1894, duas bolas de couro, calções, camisas e chuteiras e buscou estimular aquela civilizada prática de educação física.

No estado do Ceará o foot-ball teve seus primeiro dados por marinheiros e funcionários de empresas inglesas instaladas no estado em 1903. Os primeiros jogos, não eram oficiais, eram apenas partidas improvisadas no terceiro plano do Passeio Público (Praça dos Mártires), em uma área em frente a um gasômetro hoje ocupada pela 10ª região militar. O foot-ball na época era um gozo para as classes elitizadas da sociedade da Capital do estado.


O nosso Charles Miller foi José Silvério, jovem estudante na Suíça que em 1904 trouxe a primeira bola oficial para o nosso estado. Estimulou a sociedade alencarina a adotar o futebol como esporte favorito. Em uma tarde ensolarada, um time formado por rapazes locais com a presença de José Silvério (Que viria a ser professor do Liceu) e outro de ingleses de um navio britânico ancorado na Capital, disputaram uma partida no mesmo terceiro plano do Passeio Público. A partida terminou 2x0 para os ingleses, mas os rapazes cearenses não decepcionaram, alguns jogavam o tal foot-ball pela primeira vez.

No Ceará, como no resto do Brasil, o futebol teve todo um caráter racista e de classe. Uma atividade extremamente elitista, praticada apenas por brancos. As primeiras ligas, associações eram fechadas às quais, tinham apenas acesso os grupos sociais restritos, compostos por famílias brancas das classes dominante e média, não se admitiam pobres, negros e mestiços.

Logo o futebol tornou-se em pouco tempo paixão popular, apesar de todo o elitismo, praticado por pobres, negros, mulatos, caboclos. Tal população assistia aos jogos das elites por curiosidade e vendo as emoções que as partidas provocavam. Passaram a disputar as partidas nas próprias fábricas, várzeas e subúrbios, as famosas peladas. Como tudo era muito caro a estas classes, os campos eram capinzais e terrenos baldios, além da bola ser de borracha ou de pano, as traves seriam dois pedaços de madeira, pedras ou quengas de coco.


O ano do surgimento.
O ano era 1914, capital do estado possuía uma população de 70 mil habitantes em processo de urbanização. O centro da cidade restringia-se às avenidas Duque de Caxias e Dom Manoel, as casas de veraneio se localizavam a Praia do Peixe e Vila Morena, atual Praia de Iracema.

A época era marcada pelos estabelecimentos que levavam nomes franceses, tais como Ville Hotel de France, Confeitaria Art-Noveau e Pharmácia Pasteur. Os bondes puxados por animais, davam lugar aos bondes de tração elétrica, erguiam-se solares, palacetes e sobrados onde residiam os ricos e requintes da sociedade, tudo por influência da Belle Époque. O tal foot-ball era cada vez mais praticado pelos bons moços da sociedade.

Surge o Glorioso.
Terça-feira, 2 de Junho de 1914, Luís Esteves Júnior e Pedro Freire, dois bons moços da sociedade caminhavam à conversar diversos assuntos, destacadamente política internacional. Depois de muitas conversas, Pedro passou a chutar uma pedrinha no meio do caminho, fato ainda sem confirmação, onde originou uma conversa sobre o foot-ball, surgindo a idéia de formar um time deles próprios.


A proposta ganhou densidade quando a dupla encontrou colegas no refinado café Art-Noveau(Major Facundo com Guilherme Rocha). No mesmo dia, os rapazes se reuniram na residência de Luís Esteves, Rua do Trilho Nº 6(Atual Tristão Gonçalves, numa casa que acabou demolida em 2004 para a construção do Metrofor). Eram 24 pessoas, às quais escolheram como nome do team, Rio Branco Foot-Ball Club. Com camisas de cor Lilás e calções brancos, semelhantes atualmente ao da Fiorentina de Itália, que foi fundado em 1926 e cujas vestimentas, portanto, não influenciaram as cores do time cearense, como de forma de errônea o site oficial divulga. Gilberto Gurgel (foto), comerciante da Praça do Ferreira, foi escolhido o primeiro presidente. Gilberto promoveu uma coleta entre os associados, para arrecadação de fundos para a compra de uma bola oficial nº 5. Obtiveram 22 mil réis, uma quantia que mostrava uma boa condição social dos fundadores do clube. As despesas e o aluguel da sede eram rateados entre os sócios e atletas, os quais nas partidas se confraternização com comes e bebes.


Exato um ano depois, em assembléia optou-se em alterar o nome da equipe para Ceará Sporting Club, e em virtude das de se obter ternos da cor lilás(que desbotavam, facilmente), mudou-se as cores do uniforme, o qual passou a ter camisas com listras verticais em preto e branco e calções brancos(depois os calções passaram a ter a cor preta). O Sobrinho de Luis Esteves, Geraldo Quevedo Esteves confirmou toda a história de fundação do Glorioso Vozão com o tio, menos o episódio da “pedrinha”, talvez um fato folclórico.

O Certo, contudo, é que com aqueles meninos nascia um time detinado a ser uma lenda, amor maior de milhares de pessoas e uma das maiores glórias do nordeste brasileiro.


Não se sabe bem o porquê da escolha do nome Rio Branco. Provavelmente uma homenagem ao Famoso Diplomata brasileiro Barão do Rio Branco falecido em 1912. O nome reflete, contudo, reflete perfeitamente a dureza, as dificuldades da época e as esperanças de um futuro melhor; queria-se um Rio Branco de águas limpas, transparentes para se banhar, aproveitar o vento e o sol. O nome Ceará relaciona-se a um aumento do regionalismo, uma conseqüente desilusão do Belle Époque, advinda com a I Guerra Mundial. As cores alvinegras evidenciavam igualmente ao momento: O branco da paz, a que homens almejavam naquele instante de guerra, mais ainda; quanto ao preto, há uma significância toda espcial: sabe-se que tal cor, por séculos associada ao luto e a morte, foi transformada pela nobreza absolutista da idade moderna e sobretudo pelas elites num tom solene de elegância, gala, luxo, força, poderio, aristocracia. Assim temos no Ceará Sporting Club o poder, a nobreza e a ternura reunidos numa mística fenomenal. A fórmula da vitória e do sucesso, sem dúvidas.






Fonte: Vozao.com
www.vozao.com
Em Prol do Grande Ceará

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  • Postado em 12:47:13

ANO 2008 PAZ

Ano que começa com a esperança de todos,

de muita paz,

harmonia e amor,

que os politicos executem com dignidade o papel para qual forma eleitos,

e o gonverno não fique nas promessas e sim nas realizações,

saude, educação, segurança e transparência administrativa.

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